sábado, 13 de fevereiro de 2010

Absoluto tempo

Em minha alma te aceitei
Nunca te direi (Adeus)
Mais partistes
O mundo ruiu
O céu enegreceu
Alegria se foi
Solidão doeu
A mente evolou
Em longínquo lugar se perdeu
Tornou atemporal
Vida incorpórea dimensão
Meu destino mundo
Do ventre fui chamado
A sepultura epílogo
Estou cansado de ver
Quão cego humano é ser
De desencanto, lágrimas, ilusão
Assim sempre tem sido
Assimilado frustração
Viver por viver
Tédio de doer
Morrer! Até parece solução.

Um comentário:

  1. Meu amigo
    Lindo poema...triste e nostalgico, mas belo

    beijinhos

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