segunda-feira, 27 de julho de 2015

Ainda na noite eu vejo sua figura...



De alguma forma eu te sinto, sinto a queixa que seus os olhos não percebem lá no fundo do coração... A interrogação que aponta como uma espada no seu ingênuo eu... Quando você se pergunta: Qual o sentido da vida? Sim, às vezes existir dói... O mundo fere sem motivo... Perguntas se perdem no intimo de mulher, clichês preexistentes da sociedade alienada... Por ser diferente desgastam seu tempo com Ingratidão e indiferença, depois a chamam de louca... Ninguém vê com a sensibilidade de menina ou a malicia de mulher... a doçura que coloriu o matiz preto e branco da vida com um arco-íris, um sorriso, um beijo... Mas, nada do que você faça vai mudar nosso destino, nada indica uma saída ou comunica algo de novo... E você e eu nos recolhemos na estranha formula: “solidão exterior” e “desolação interior”... Mundo hostil e surdo abafa nosso grito... O sonho, a fantasia, os castelos de areia mantêm nossa coexistência nesse cárcere... E é aqui que eu te amo ainda mais...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Eu só quero voar para longe...



O silencio é a reposta... Toda aquela intimidade... Em meio às promessas não cumpridas... O coração promete... Fracassar é a melhor parte... Porque os dias não podem ser sempre doces... Mesmo que você não queira... Haverá um sorriso pra substituir o que foi embora...Mas ser idiota é sempre dizer que ama? Ter um hábito bobo de se entregar? A resposta é sempre a mesma...

terça-feira, 2 de junho de 2015

Mas eu sei que você ouvirá...



Moça esquecida no orvalho das folhas... Teu nome calou na madrugada... Caída no fascínio inconsequente... A chuva chora suas lagrimas... Já não há lugar em sua alma... Ficou um pedaço riscado de giz no chão... e o tempo não apaga... Na noite clara sonho derradeiro... Amor feito da fina porcelana... Um breve devaneio... Imaturo qual semente nasceu e morreu... Moça! Por que amou demais rumo ao nada? Na moldura do seu rosto abra uma janela...

terça-feira, 26 de maio de 2015

Ninguém além de você... Me prende...





Minha amada...
No vazio que fica na folha de papel te escrevo essas linhas...
O mar já não existe e a lua testemunha fiel e verdadeira das minhas noites em claro...Você não desvenda o que sinto nos dias que teu olhar cigano me possui em solene silencio... e sua voz melodiosa sussurra aos meus ouvidos...divina beleza meu único pensamento...O corpo suspira nos lençóis rico de vontade...lamenta o amor feito de sina que dói o fundo d’alma... E quando me trai a loucura e detém a sanidade? Dos meus desejos inconfessos seu quadro inerte na parede é o único que sabe...

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Não era um preço que eu queria pagar...




No meu castelo de sonho... Fatio suas mentiras na solidão das noites...Vem sem explicação do longínquo horizonte... Eu penso, uma luz se abre em silencio... O dia amanhece, as pessoas acordam... Meu sonho flutua nos contos de fada... Desço colina abaixo tentando a sanidade... Tinjo de azul uma janela... onde a força das ondas rasgam... No atemporal atlântico espesso...Invade meu  ID  egoísta os pensamentos... Não há piedade meu ego... É o inconsciente que o assola...Oh! amor próprio...Voe nas  assas de águia... Transpassem as nuvens espessas... e me corte na alma os desejos...