domingo, 10 de abril de 2011
"Eu era um garoto molhado e rápido mergulhando bem fundo por moedas"
Enlouquece poesia,
Esquece em silêncio
Amargas incertezas
Do fugaz momento
Rompe inverno
Sussurram aos ouvidos
Suaves vozes,
Volta ao tempo
Reconstrói lembranças
D'Alma...
Renasce tormento
Segue destino
Na indelével calma
Teima paz, vence
Agridoce rotina
Descontente...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
“Dizem aonde você precisa ir, dizem quando você precisa ir embora, dizem o que você precisa saber, dizem quem você precisa ser”
Sem entender hesito...
Pura rebeldia... Procurar você...
Neste sonho de amor sem fim
Jamais vou te esquecer,
Confesso de saudade morrer...
Junto fragmentos, esmaga
Em metáforas o silêncio
Que te levou pela mão destino
Ficou retrato na parede sorrindo...
Traz lembrança o tempo
Do inocente amor de infância...
O dia nasce,
Sábia de saudades canta...
Recorda o que já foi você e eu,
Revela mistérios guardados,
Adormecidos no fundo do lago,
E dentro de mim disfarço...
Aguardo no bosque sentado...
O sol dissipar a brisa que a montanha gela
Chamam-me seus raios como os olhos dela...
terça-feira, 5 de abril de 2011
"Eu vou fazer as minhas malas só para ficar no canto do seu coração."
Há silêncio profundo
Quando toca o corpo
Os sentimentos da alma...
Machuca-o sem vestígios
Maltrata-o docemente
E vai embora,
Levando-lhe a calma...
Trilha caminho
Promete paz,
Mas, perde o jogo...
Finda sua Odisséia
Subverte-lhe o fogo
Da épica epopéia.
domingo, 3 de abril de 2011
"Chuva, chuva vá embora, volte de novo em outro dia, o mundo todo está esperando pelo sol."
Desanda vida
Toma o trem
Sem rumo
Muda destino
Em cinzas paisagens
Trilha ferro insano mundo,
Mata, destrói...
Não para na estação,
Abre feridas
Com máscaras engana
O homem ilha...
De tanto lutar
Seca lágrimas,
O encanto, a mansidão,
No crepúsculo da verdade
Amanhece solidão...
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