domingo, 29 de janeiro de 2012
"Voar, nunca achei que aprenderia a voar assim, eu pensei que eu gastaria minha vida inteira tentando, já que voar é aquela antiga arte de se manter em pé no chão"
Voei toda noite por suas janelas fechadas esperando o último beijo... Amanheceu... Desisti cansado... Não decifrei seus códigos... Voei pelas ruas preso no seu feitiço... Porque assim que te toquei te perdi lentamente...Na luz da lua cheia vi nossas almas cruzando a linha além-horizonte... Nas altas correntes dos ventos em direção ao nada você desaparecer.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
"É hora de descansar, durma feliz meu amor, que cuidarei de ti"
A tua essência me perturba e atrai a inteligência, maturidade encoberta em inocência, anímica vida, maga dos fetiches, na alquimia do corpo, pele, cabelos e dentes... Pra onde fugirei de ti se tens me aprisionado em pensamentos? Manter-me sóbrio é meu castigo... Enquanto isso na tua bucólica vida nem sabes que existo.
"Nunca vou deixá-la ver como meu coração partido está me machucando"
Nuvens encasteladas toldam em negro o céu azul, campeiam tredo pela metrópole afora... Consegue ver além da tempestade? Perceba em minhas palavras que estou a ponto de sangrar... Escondo a emoção mais o trovão é o sinal que a chuva precisa pra cair, o amor é o motivo que me faz chorar e as lágrimas se misturam com a chuva, assim como sentimento que tenho escondido de ti jamais saberá...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
"'Então, o que você pensaria de mim agora?"
O que você pensa de mim? Por que eu não te conheço e só penso em você? É importante saber já que um vasto oceano de agua azul nos separa e o amor sem forma flutua neste mar de sentimentos... E muito fácil às palavras se perderem no abismo das incertezas... Ansioso, quero sentir o beijo doce dos seus lábios e perder a sensação de ser tão pouco amado...
"Em seus olhos eu completo todos os meus sonhos"
Por trás da cortina um impulso... Uma sensação incontrolável, algo incomum aconteceu... Era tudo surreal para se crer como possível, o argumento não me causava vertigem, mesmo sendo cortante ao mesmo tempo em que feria por outro lado era um alívio... Como quebrarr uma corrente que há anos me prendia... Foi uma felicidade estranha quando no final ouvi a frase: Eu te amo...
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