quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Beije-me mais uma vez...
Ao sentir o gosto do seu beijo... Ecoando-me no silencio da alma... Escoa minutos, segundos... Um segredo só meu, na pequenina chama que o destino vento tenta apagar... Esta escrita de sangue na linha do tempo, desenha seu nome no espelho... Sussurra sem som no meu ouvido, a falta que em delírios bebo... não sei dos mortos e seus amores... Sei que ficaram na memória esquecida... Sei dos vivos que se entregaram de corpo e alma... E morreram pra sempre em vida...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Something In The Water (Carrie Underwood) "Ele disse, "Eu já estive antes onde você esteve' Em cada corredor, uma porta fechada. Sem saída, sem ninguém para vir e me salvar. Desperdiçando a vida que o bom Deus me deu"
No interior da minha casa
de tons sóbrios... Mora um coração que não sente a musica... A rotina esvaece
as palavras... O batom preto é luto... Quatro paredes sem vista pro mar... O
azul da esperança... (Que o mundo quer me convencer)... Perdi-me na margem...
Nos sonhos desfeitos... Desliguei os eletrônicos... Saí da rede... Fiquei
adormecida... Nos traços inacabados... Presa sem corrente, sem vida...
sábado, 4 de outubro de 2014
Você nem se despediu... Alguém me diga porque...
Em algum lugar... Ruas desertas...Vitrinas acesas...O céu tão
límpido e a noite tão fria...Inanimados pensamentos... quisera que o tempo não tivesse
hora... Na dualidade irreconciliável... O silencio na pauta em branco... Se o ontem
fosse hoje... Alheio a dor intensa... no indouto sem rumo...nas lagrimas
paciente que o chão hidrata...tudo dorme ao redor...Exala o perfume as rosas...desperta
ávida saudade...continua gritar seu nome...ecoa na alma trazendo uma
mensagem...Não posso amar outro alguém...enquanto sinto essa saudade...Imóvel
na madrugada de paz...arrasta o solitário tédio...
sábado, 27 de setembro de 2014
Rosto cheio de sol... São todos os seus dias...
Oh! Tédio da meia noite...
Chão de estrelas me embriaga nos negros cabelos dela... Devaneios, corpo nu
inteiro... duas taças por seios, vinho estrangeiro... A ilusão sonhei... Acordei de joelhos no oratório... Redimir o
errante do peito... Aventura palpitante no
leito...
domingo, 24 de agosto de 2014
Vamos ficar presos em cadeias de dias dourados...
Eu tentaria o lirismo... Provocar-te... Chamar atenção... E não
mudaria nada... Um cabelo longo, corpo curvo retilíneo, ângulo perfeito da lua
nas coxas... Marginais botões por arreio, bicos firmes... Aguça... Se eu
pudesse deslizar seus pés em minha direção... Induzir seus lábios a um beijo...
E guiar suas mãos a calça... Mas...Me contenho com um olhar...Com sua áurea de
menina...
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